sábado, 17 de março de 2012
Eles não eram mais os mesmos, sentiam como se algo tivesse sido violado. Os olhares pedintes, as palavras, as lindas palavras, as juras de amor, as promessas, nada era mais a mesma coisa. Todas as peculiaridades não tornavam a fazer sentido.
Ela se sentia, coadjuvante naquela história, era clemente em várias situações repulsivas, que simulavam o que é a vida realmente, sem disfarces.
Ele, gostava de provas, gostava de ver como ela reagia a determinadas situações.
Difícil era acreditar que aquilo estava acontecendo com pessoas tatalmente antagônicas,mas que se completavam que nem as peças de um quebra cabeça. Um não era mais nada sem o outro, pelo menos não mais. Não conseguiam mais respirar sem que 90% do ar respirado fosse em função do outro. Era coisa secular, se entendiam sempre e, sobretudo, se amavam, e ainda se amam, muito, foram feitos um para o outro, sob medida.
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