Há sangue nas páginas que você escreveu. Está colorindo a história que já não faz mais sentido há muito tempo. Ele é vermelho como os seus lábios no frio e quente quando ele toca os meus. Observo-o lentamente perdendo sua cor viva enquanto espero a hora que seu caderninho azul ficará sem cor novamente.
Enquanto você sugava minhas forças eu sucumbia a vontade de te tirar do sério e te fazer voar para outro lugar, porém enquanto eu o fazia, outros de você poderiam tirar meu sono, minha paz, tirar o vermelho vivo do meu sangue quente.