sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Carta para um velho conhecido
Em algum lugar, 07 de fevereiro de 2014,
Ando me perguntando se tudo era pra ser do jeito que é. Se tudo está onde deveria estar. Se a vida está de fato em ordem. Não consigo me concentrar no que eu devo fazer quando minha cabeça está bem a minha frente, pensando no futuro, no que eu vou ser, no que seremos.
A diferença de tempo pouco me importa, o que me importa é o que eu quero de verdade, gastar minhas energias com o que eu gosto de fazer, com você, comigo, com a gente.
Achei que fosse difícil encarar dois tempos de matemática numa terça feira de sol, mas vejo que encarar a saudade de alguns quilômetros de distância é muito pior.
Uma semana, duas, é tempo demais, sabe ? …
Quando eu vou te ver novamente ?!
Atenciosamente e impacientemente,
EU
Ando me perguntando se tudo era pra ser do jeito que é. Se tudo está onde deveria estar. Se a vida está de fato em ordem. Não consigo me concentrar no que eu devo fazer quando minha cabeça está bem a minha frente, pensando no futuro, no que eu vou ser, no que seremos.
A diferença de tempo pouco me importa, o que me importa é o que eu quero de verdade, gastar minhas energias com o que eu gosto de fazer, com você, comigo, com a gente.
Achei que fosse difícil encarar dois tempos de matemática numa terça feira de sol, mas vejo que encarar a saudade de alguns quilômetros de distância é muito pior.
Uma semana, duas, é tempo demais, sabe ? …
Quando eu vou te ver novamente ?!
Atenciosamente e impacientemente,
EU
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